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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sábado, 28 de novembro de 2009
Ei pá, vou falar de coisas!
Bom Dia!
Mans, tenho coisas para vos contar, mas como são duas da manhã, isto é capaz de sair meio psicadélico, aqui vai...
Ontem fui ver mais um espectáculo do Tochas, o "Lado B", fui vê-lo pela segunda vez, a primeira tinha sido a minha estreia em espectáculos do Tochas. Adorei, tipo, não houve nenhuma vez que não tivesse adorado, é sempre altamente. Contudo ontem teve um sabor especial, o Tochas meteu-se comigo o show todo, eu era o taradão (ou foi muita sorte, ou ele leu-me bem :P), ou seja, sempre que alguma piada virava para a badalhoquice...pimba, piadinha directa a mim. Acredito que haja muita gente que se sinta ofendida com este tipo de piadas, eu não, adorei que ele se tenha metido comigo, foi demais fazer parte do espectáculo, o pessoal que não gosta que brinquem consigo, mais vale não ir, pelo menos para a primeira fila, como eu fui ontem :P
Em Fevereiro há mais e eu vou estar lá direitinho :)
Depois do Tochas ainda deu tempo de ir ao Arrábida ver o New Moon, ou Lua Nova em Portugal. Parece ser esta a melhor altura de assumir aqui este meu 'guilty pleasure', sim eu gosto da saga 'Twilight', já li os livros todos e inclusive o ultimo, o 'Breaking Dawn', li-o em inglês e adorei. Claro que isto é a adolescente que há em mim a sair cá para fora, mas ainda assim eu não começo aos berros quando vejo o 'Edward' ou quando o 'Jacob' tira a t-shirt, tenho de me controlar, mas aguento-me :P Agora mais seriamente, gostei do filme, pareceu-me uma adaptação fiel ao livro, se bem que houve um pormenor que me irritou um bocado, a 'Bela' não usa maquilhagem por vontade própria, no entanto, no filme está sempre pintada, não curti, não tem a ver com a personalidade dela, pormenor que no primeiro filme estava fiel. E por falar no primeiro filme, o Twilight, vamos a comparações, preferi o primeiro, estava mais fiel, apesar do New Moon também estar, o Twilight estava mais, claro que isto tem tudo a ver com a mudança de realizadores, no primeiro e provavelmente por ser mulher, Catherine Hardwicke captou melhor a mensagem de Stephenie Meyer, a criadora da saga, do que Chris Weitz o realizador da primeira sequela, com a mudança, (que não vai ficar por aqui, o terceiro filme será realizado por David Slade e fala-se de Tim Burton para o quarto, mas sinceramente parece-me treta...) o filme perdeu alguma identidade, mas nada de preocupante, há pouca acção, mas no livro também e também há Índios a transformarem-se em lobos CGI gigantes e toda a renhónhózice que todos nós, fãs da saga, adoramos. Ide ver crianças, ide ver...
Depois do que foi, provavelmente, o paragrafo mais gay deste blog, vamos falar de coisas mais másculas, tipo, PORRADA... Se bem se lembram, sou fã de MMA e ultimamente têm acontecido coisas que não tenho gostado, más avaliações do júri, ou seja, quando ninguém fica a ver estrelas no final dos 3 ou 5 rounds o júri decide quem lutou melhor e dão-lhe a vitoria (mas não é a águia) e ultimamente tem havido grandes roubalhanços, assim que me lembre começou com o Machida VS Shogun, para determinar o campeão de Lightheavyweight, 5 rounds em que para mim e para muita gente, o Shogun ganhou todos os rounds, mas pimba, ganhou o Machida. Nesse dia fiquei tão doente com essa decisão que fiquei a perceber que neste momento, provavelmente, já vibro mais com porrada do que com futebol... E pronto, este paragrafo foi para cortar com a paneleirice do anterior, continuemos...
Há umas semanas atrás fui ver um concerto de uma banda de dois colegas meus do work e curti à grande, um na voz e outro na main guitar juntos com o resto da banda, partem a louça toda, o projecto é inovador e combina trash metal com j-rock, genéricos de desenhos animados antiguinhos e uma bela e inovadora dose de extrema loucura, eles são os Yoshi o Puto Dragão e podem ouvi-los aqui http://www.myspace.com/yoshioputodragao. Na segunda, 30/11/09, vão actuar no Metal Point no Porto e eu vou estar lá. Chipa e Gil, vocês sabem quié yo!!!
Acabei há poucos dias de ler o novo livro de Dan Brown, o 'Lost Symbol' e digo em inglês, porque li-o em inglês, cada vez mais aprecio ler livros escritos na sua língua materna, logo que seja em português ou inglês é claro. Este ultimo romance protagonizado por 'Robert Langdon' é para mim o melhor dos três, sendo o 'Anjos e Demónios' o primeiro e o 'Código Da Vinci' o segundo, neste livro 'Robert' fica nos Estados Unidos a tentar resolver mais um enigma, que desta vez vale a vida do seu mentor. Pelo meio vai descobrindo segredos dos Maçons e da construção de Washington segundo os seus desígnios (dos maçons, é claro) e descobrindo uma nova ciência, a noetic science, que diz ser capaz de provar que um pensamento tem massa. É o livro com mais e melhor acção e aconselho a lerem-no antes que o Ron Howard o enmerdalhe no cinema.
Para finalizar, vou responder às questões que ficaram em aberto no ultimo post:
- já conduzo,
- votei no Sócrates nas legislativas,
- arrependi-me,
- votei no Bloco nas autárquicas,
- não tenho ouvido Artic Monkeys,
- parece que só ouço o Resistance de Muse...é lindo...e eu não vou ao P.A. vê-los ;_; ,
- Supernatural, House, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory e Californication são oxigénio para o meu sangue,
- Flash-Forward e Heroes, deixei de ver,
- continuo a ansiar por Lost, Chuck e 24.
Antes das despedidas, uma sugestão que me foi sugerida pelo meu amigo Jorge, ouçam Diablo Swing Orchestra, é a cena mais esquisita e brutalmente genial que ouvi nos últimos tempos, não tenham medo, não é agressivo :P Visitem o My Space deles aqui http://www.myspace.com/diabloswingorchestra
Por agora é tudo minha gente, aquele abraço e hasta la pasta... Tchuss!
Mans, tenho coisas para vos contar, mas como são duas da manhã, isto é capaz de sair meio psicadélico, aqui vai...
Ontem fui ver mais um espectáculo do Tochas, o "Lado B", fui vê-lo pela segunda vez, a primeira tinha sido a minha estreia em espectáculos do Tochas. Adorei, tipo, não houve nenhuma vez que não tivesse adorado, é sempre altamente. Contudo ontem teve um sabor especial, o Tochas meteu-se comigo o show todo, eu era o taradão (ou foi muita sorte, ou ele leu-me bem :P), ou seja, sempre que alguma piada virava para a badalhoquice...pimba, piadinha directa a mim. Acredito que haja muita gente que se sinta ofendida com este tipo de piadas, eu não, adorei que ele se tenha metido comigo, foi demais fazer parte do espectáculo, o pessoal que não gosta que brinquem consigo, mais vale não ir, pelo menos para a primeira fila, como eu fui ontem :P
Em Fevereiro há mais e eu vou estar lá direitinho :)
Depois do Tochas ainda deu tempo de ir ao Arrábida ver o New Moon, ou Lua Nova em Portugal. Parece ser esta a melhor altura de assumir aqui este meu 'guilty pleasure', sim eu gosto da saga 'Twilight', já li os livros todos e inclusive o ultimo, o 'Breaking Dawn', li-o em inglês e adorei. Claro que isto é a adolescente que há em mim a sair cá para fora, mas ainda assim eu não começo aos berros quando vejo o 'Edward' ou quando o 'Jacob' tira a t-shirt, tenho de me controlar, mas aguento-me :P Agora mais seriamente, gostei do filme, pareceu-me uma adaptação fiel ao livro, se bem que houve um pormenor que me irritou um bocado, a 'Bela' não usa maquilhagem por vontade própria, no entanto, no filme está sempre pintada, não curti, não tem a ver com a personalidade dela, pormenor que no primeiro filme estava fiel. E por falar no primeiro filme, o Twilight, vamos a comparações, preferi o primeiro, estava mais fiel, apesar do New Moon também estar, o Twilight estava mais, claro que isto tem tudo a ver com a mudança de realizadores, no primeiro e provavelmente por ser mulher, Catherine Hardwicke captou melhor a mensagem de Stephenie Meyer, a criadora da saga, do que Chris Weitz o realizador da primeira sequela, com a mudança, (que não vai ficar por aqui, o terceiro filme será realizado por David Slade e fala-se de Tim Burton para o quarto, mas sinceramente parece-me treta...) o filme perdeu alguma identidade, mas nada de preocupante, há pouca acção, mas no livro também e também há Índios a transformarem-se em lobos CGI gigantes e toda a renhónhózice que todos nós, fãs da saga, adoramos. Ide ver crianças, ide ver...
Depois do que foi, provavelmente, o paragrafo mais gay deste blog, vamos falar de coisas mais másculas, tipo, PORRADA... Se bem se lembram, sou fã de MMA e ultimamente têm acontecido coisas que não tenho gostado, más avaliações do júri, ou seja, quando ninguém fica a ver estrelas no final dos 3 ou 5 rounds o júri decide quem lutou melhor e dão-lhe a vitoria (mas não é a águia) e ultimamente tem havido grandes roubalhanços, assim que me lembre começou com o Machida VS Shogun, para determinar o campeão de Lightheavyweight, 5 rounds em que para mim e para muita gente, o Shogun ganhou todos os rounds, mas pimba, ganhou o Machida. Nesse dia fiquei tão doente com essa decisão que fiquei a perceber que neste momento, provavelmente, já vibro mais com porrada do que com futebol... E pronto, este paragrafo foi para cortar com a paneleirice do anterior, continuemos...
Há umas semanas atrás fui ver um concerto de uma banda de dois colegas meus do work e curti à grande, um na voz e outro na main guitar juntos com o resto da banda, partem a louça toda, o projecto é inovador e combina trash metal com j-rock, genéricos de desenhos animados antiguinhos e uma bela e inovadora dose de extrema loucura, eles são os Yoshi o Puto Dragão e podem ouvi-los aqui http://www.myspace.com/yoshioputodragao. Na segunda, 30/11/09, vão actuar no Metal Point no Porto e eu vou estar lá. Chipa e Gil, vocês sabem quié yo!!!
Acabei há poucos dias de ler o novo livro de Dan Brown, o 'Lost Symbol' e digo em inglês, porque li-o em inglês, cada vez mais aprecio ler livros escritos na sua língua materna, logo que seja em português ou inglês é claro. Este ultimo romance protagonizado por 'Robert Langdon' é para mim o melhor dos três, sendo o 'Anjos e Demónios' o primeiro e o 'Código Da Vinci' o segundo, neste livro 'Robert' fica nos Estados Unidos a tentar resolver mais um enigma, que desta vez vale a vida do seu mentor. Pelo meio vai descobrindo segredos dos Maçons e da construção de Washington segundo os seus desígnios (dos maçons, é claro) e descobrindo uma nova ciência, a noetic science, que diz ser capaz de provar que um pensamento tem massa. É o livro com mais e melhor acção e aconselho a lerem-no antes que o Ron Howard o enmerdalhe no cinema.
Para finalizar, vou responder às questões que ficaram em aberto no ultimo post:
- já conduzo,
- votei no Sócrates nas legislativas,
- arrependi-me,
- votei no Bloco nas autárquicas,
- não tenho ouvido Artic Monkeys,
- parece que só ouço o Resistance de Muse...é lindo...e eu não vou ao P.A. vê-los ;_; ,
- Supernatural, House, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory e Californication são oxigénio para o meu sangue,
- Flash-Forward e Heroes, deixei de ver,
- continuo a ansiar por Lost, Chuck e 24.
Antes das despedidas, uma sugestão que me foi sugerida pelo meu amigo Jorge, ouçam Diablo Swing Orchestra, é a cena mais esquisita e brutalmente genial que ouvi nos últimos tempos, não tenham medo, não é agressivo :P Visitem o My Space deles aqui http://www.myspace.com/diabloswingorchestra
Por agora é tudo minha gente, aquele abraço e hasta la pasta... Tchuss!
sábado, 26 de setembro de 2009
Post Bue da Big
Nas imortais palavras de Vasco Granja, “Olá amiguinhos”!
É verdade voltei para mais um post, desta vez “bue da big” como o titulo indica. Cinco meses sem postar nada faz destas coisas, por isso não desmaiem já de ansiedade porque isto vai demorar a ler.
É verdade voltei para mais um post, desta vez “bue da big” como o titulo indica. Cinco meses sem postar nada faz destas coisas, por isso não desmaiem já de ansiedade porque isto vai demorar a ler.
Primeiro devo dizer que na passada terça-feira, dia europeu sem carros, 22/09/09, completei uns tristes 29 anos. A cova cada vez está mais perto e o pior é que durante 6 meses não poderei gozar com a Dark Angel por ela estar velha...
Outra coisa que quero referir, é que estou sem carta de condução, o que é espectacular, principalmente para quem mora a 20Km do local de trabalho e que para lá chegar precisa de apanhar o metro mais a camioneta do shopping, que só estão disponíveis à semana, no fim de semana valho-me dos amigos que me vão dando boleia, agradeço desde já, à Dark Angel, ao Cláudio ao meu pai e à minha irmã, milhões de obrigados.
E como este post já está a parecer que vem de um blog\diario, vamos lá aos temas...
E como este post já está a parecer que vem de um blog\diario, vamos lá aos temas...
No próximo domingo dia 27/09/09 o país vai a eleições para eleger um novo governo e devo dizer que estou indeciso, é a primeira vez desde que voto que, a esta distancia das eleições, ainda estou indeciso, e eu voto desde 1998....argh, tou belho... A duvida está entre votar no Sócrates ou no partido que mais vai de encontro às minha ideologias, o Bloco de Esquerda, sim minha gente, sou de esquerda, muito liberal nas questões sociais e conservador nas económicas, por exemplo, sou a favor da legalização das drogas, as leves imediatamente e a longo prazo as duras também, sou a favor da legalização da prostituição, a favor dos casamentos homossexuais e adopção por parte dos mesmos, a favor da despenalização do aborto, do tráfego livre da internet, etc. No plano económico sou a favor de impostos mais altos, para com isso conseguir ter, transportes públicos, educação e saúde grátis, a favor de quem ganha mais ter multas mais pesadas (ex: multas de transito), de haver um imposto para as grandes fortunas e da nacionalização da GALP, da EDP e da PT, etc. Claro que tudo isto é Bloco à força toda, então porquê a duvida no voto, perguntam vocês. Simples, por muito que eu gostasse que o Bloco fosse governo, para já, isso é completamente impossível, o que me faz pensar no “voto útil”, que neste caso seria no Sócrates. O Sócrates fez grandes cagadas? Fez sim senhor, principalmente no TGV e no novo aeroporto, mas também fez coisas que nenhum antecessor teve tomates para fazer, primeiro meteu os juízes na linha, depois tratou da saude, sim, sou a favor do fecho das urgências, ainda a questão dos professores, da qual eu tambem concordo com ele e com a ministra e ainda no plano tecnológico de onde ele tirou o pais da idade da pedra, veja-se a simplicidade com que se cria uma empresa hoje em dia. E depois a alternativa é muito má, a Manuela Ferreira Leite, ou como eu lhe chamo caridosamente, a puta da belha, faz-me lembrar a minha professora da primária, que era salazarista...argh... Por estas e por outras é que estou a pensar votar no Sócrates, penso que seria melhor se ele tivesse uma maioria absoluta, mas não acredito e acho que isso vai ser muito mau para o país, pode-se tornar ingovernável Mas só devo decidir mesmo quando tiver com o boletim à minha frente. Next, musica...
Recentemente os Muse e os Arctic Monkeys, duas bandas que eu venero, lançaram novos álbuns, os Arctic Monkeys com Humbug, produzido por Josh Homme, mentor dos Queens of the Stone Age (cujo álbum “Songs for the Deaf”, foi considerado um dos melhores de sempre). Humbug é bem mais calmo que os antecessores, mas isso não quer dizer que seja pior, é simplesmente diferente e como os outros, começando a ouvir regularmente causa dependência. Toda a genialidade ouvida em “Whatever people say I am, that's what I am not” e em “Favorite Worst Nightmare” está presente, mas transfigurada em sons mais....vá lá...psicadélicos.
Quanto ao novo de Muse, o Resistance, está magnifico, Matthew Bellamy e companhia recorreram a orquestrações dignas de um “Mozart”, neste caso, mais de um “Chopin”, já que a meio da “(United States of Eurasia)” entra um excerto de um nocturno de Chopin, simplesmente lindo. De resto, as orquestrações vão aparecendo pelo álbum todo e também as grandes malhas que os Muse nos habituaram. Aconselho-vos urgentemente a adquirir estes dois álbuns, Arctic Monkeys – Humbug e Muse – The Resistance.
Quanto ao novo de Muse, o Resistance, está magnifico, Matthew Bellamy e companhia recorreram a orquestrações dignas de um “Mozart”, neste caso, mais de um “Chopin”, já que a meio da “(United States of Eurasia)” entra um excerto de um nocturno de Chopin, simplesmente lindo. De resto, as orquestrações vão aparecendo pelo álbum todo e também as grandes malhas que os Muse nos habituaram. Aconselho-vos urgentemente a adquirir estes dois álbuns, Arctic Monkeys – Humbug e Muse – The Resistance.
Quanto ao cinema, apesar de andar um pouco arredado dos ditos cujos, há dois filmes que vi recentemente e quero referir.
O primeiro é o “Public Enemies” ou em português, Inimigos Públicos. Com Johnny Depp no papel de John Dillinger, Christian Bale no papel do agente que o capturou, o agente Purvis e realizado por Michael Mann, o realizador de Heat e de Colateral, Public Enemies conta-nos a história real dos gangsters americanos dos anos 30 em plena grande depressão. O filme tem um ritmo muito próprio e vive essencialmente da representação e da realização muito “in your face”. Resumindo, é um grande filme, tentem ainda apanha-lo no cinema, é o melhor sitio para o ver.
O cinema também é o melhor sitio para ver “Inglorious Basterds”, Sacanas sem Lei em Portugal, a mais recente obra de Quentin Tarantino. Tarantino estava inspirado quando fez este filme, é dos melhores da carreira dele, e quando falamos de uma carreira em que maus filmes não existem e onde todos são geniais, é dizer muito por Inglorious Basterds. O filme conta a história de um grupo de judeus especializados em matar nazis, mas não simplesmente matar, aterrorizar através de uma violência extrema, desde arrebentar cabeças com tacos de basebol a arrancar os escalpes dos nazis que vão matando. De referir também Christoph Waltz no papel de Hans Landa aka "The Jew Hunter", este senhor roubou as atenções do filme para ele com uma representação de alto nível, merecedora de Oscar, pelo menos uma nomeação. Vejam este filme pela vossa saudinha, oh fachavor.
O primeiro é o “Public Enemies” ou em português, Inimigos Públicos. Com Johnny Depp no papel de John Dillinger, Christian Bale no papel do agente que o capturou, o agente Purvis e realizado por Michael Mann, o realizador de Heat e de Colateral, Public Enemies conta-nos a história real dos gangsters americanos dos anos 30 em plena grande depressão. O filme tem um ritmo muito próprio e vive essencialmente da representação e da realização muito “in your face”. Resumindo, é um grande filme, tentem ainda apanha-lo no cinema, é o melhor sitio para o ver.
O cinema também é o melhor sitio para ver “Inglorious Basterds”, Sacanas sem Lei em Portugal, a mais recente obra de Quentin Tarantino. Tarantino estava inspirado quando fez este filme, é dos melhores da carreira dele, e quando falamos de uma carreira em que maus filmes não existem e onde todos são geniais, é dizer muito por Inglorious Basterds. O filme conta a história de um grupo de judeus especializados em matar nazis, mas não simplesmente matar, aterrorizar através de uma violência extrema, desde arrebentar cabeças com tacos de basebol a arrancar os escalpes dos nazis que vão matando. De referir também Christoph Waltz no papel de Hans Landa aka "The Jew Hunter", este senhor roubou as atenções do filme para ele com uma representação de alto nível, merecedora de Oscar, pelo menos uma nomeação. Vejam este filme pela vossa saudinha, oh fachavor.
Por fim, quero referir algumas series que ando a seguir, começando por Supernatural, passei este mês todo a ver todas as temporadas desta serie, e pronto, mais uma para o meu rol de series-dependente. Ontem também vi o primeiro episódio de uma serie que promete, Flash-Forward, muito bom. Durante o verão vi algumas muito porreiras, Nurse Jackie, Weeds, Entourage e True Blood. De resto são as do costume e que estão aí a começar, House, Heroes, How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, Californication, Lost, Chuck, 24, etc…
E Pronto, foi o meu regresso…
E Pronto, foi o meu regresso…
BÓNUS: Para quem teve a paciência de ler todo este post, aqui vai uma prendinha :)

Aqui está a Anna Paquin Com as maminhas ao léu num episódio de True Blood.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
I really hope they can!

Obama é o novo presidente dos EUA, fiquei bastante contente com esta noticia, desde que ele começou a campanha eleitoral tenho-o acompanhado, e devo dizer, com muita admiração.
A facilidade com que ele discursa e fascina uma audiência é admirável, hoje de madrugada fui um dos milhões de espectadores que ficaram fascinados com o seu discurso de vitória, até se me levantaram os pêlos dos braços...
Os americanos classificam a vitória de Obama de landslide, ou seja, cabazada, sem espinhas, até os comemos, ou em politicamente correto, maioria absolutíssima, ainda assim Obama não se deixa influenciar e em certa parte do discurso diz para os americanos ficarem sempre unidos na resolução dos seus problemas, mesmo quando estiverem contra ele.
Até John Mcain, o adversário republicano, pede aos que votaram nele para neste momento unirem-se com os seus conterrâneos que votaram no candidato democrata, e apoiarem Obama, devo dizer que também nutro uma simpatia por Mcain, para mim o único republicano digno de ser presidente, a única pessoa decente naquele CDS americano (tenho de lavar a língua, disse CDS, ARGH!)
Barack H. Obama é inspirador e transmite confiança como é raro ver, vamos lá ver quanto tempo demora o seu estado de graça, espero sinceramente que só acabe daqui a 8 anos.
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